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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Toca da Cultura!

 Oi gente, 

Começo este texto agradecendo os elogios pela "evolução" visual da lojinha @tocadacultura_. Para mim, tem sido uma evolução pessoal: estou me tornando um pouco mais confiante (e menos preguiçosa) para compartilhar o que tenho aqui dentro, com quem está do lado de fora. Porém, aquelas lindas e inspiradoras fotos que tenho escolhido para embelezar aquele espaço são colhidas em sites de imagens gratuitas, como o Pinterest. Chegará o momento em que eu me dedicarei a só usar fotos minhas, das minhas coisas. 

Vocês também devem estar acompanhando os títulos bacanas que estão sendo disponibilizados por lá. Bom, já faz algum tempo que venho me trabalhando para desapegar, selecionando alguns livros bons para fazê-los circular. 

E por que a gente coloca livros bons, da nossa biblioteca, à venda? 

Porque a gente vai mudando, vai evoluindo, o tempo vai ficando curto de alguma forma e a gente vai afunilando as preferências. E nesse processo, algumas leituras que foram excelentes há 5 anos, hoje não são tão essenciais na estante. Esses livros continuam bons e serão boas leituras para outras pessoas, além de terem sido muito bem tratados e estarem com valores abaixo dos maiores sites livreiros do país. 



Fazer isso pelo Toca da Leitura seria impossível, pela confusão que causaria entre os livros à venda e os  livros que estão resenhados ali e que fazem parte da minha biblioteca. É possível encontrar, nos comentários de algumas resenhas, pessoas interessadas em adquirir o livro, que é da minha coleção e não está a venda! Então, para acabar com a confusão, decidi criar o Toca da Cultura, que será um espaço de venda - e não só para livros, aguardem!

Eu sempre quis ter espaço para compartilhar o que aprendo. E o @tocadacultura_, nasceu para cumprir esse papel e é também uma forma de apoiar o projeto do Toca. 

Vamos que vamos! Em breve, estaremos com projetos literários incríveis e alguns livros estarão disponíveis na lojinha! Aproveitem!








terça-feira, 3 de novembro de 2020

Nos despedimos de Sean Connery

Eis que uma lenda do cinema se despede de uma legião de fãs que, no fundo, esperavam que ele fosse como Juan Sanches Ramirez, um Highlander, um ser imortal. 

Infelizmente, fãs do mundo inteiro se despedem do ator Sean Connery, que faleceu no dia 31 de Outubro do presente ano, aos 90 anos. 

Thomas Sean Connery nasceu em Edimburgo, em 1930 e nos deixou e deixa um legado que deve ser descoberto pelas novas gerações. 

Sean Connery ficou famoso ainda da década de 1960, quando encarnou o agente secreto mais famoso do cinema, James Bond, o 007, personagem criado pelo escritor Ian Fleming. Com um rosto belo e marcante, Sean Connery protagonizou filmes maravilhosos como Os Intocáveis, O Nome da Rosa, Highlander, A Rocha, Caçada ao Outubro Vermelho e Indiana Jones e a Última Cruzada. Desses, O Nome da Rosa e Highlander são os meus grandes favoritos. Sean ganhou um Oscar por sua atuação em Os Intocáveis e foi aplaudido de pé pela platéia presente. 

O ator escocês levou sua cultura e seu charme para as telonas e especialmente para fora delas; Sean Connery contracenou com todas as beldades a que tinha direito, de Brigitte Bardot a Catherine Zeta-Jones. Dentre as suas qualidades mais visíveis, destam-se a sua elegância, seu cavalheirismo e sua hombridade. Sean era casado com Micheline Roquebrune e teve filhos do primeiro e do segundo casamento. Vizinho do reis e admirado pelo mundo inteiro, o ator tinha convicções e opiniões muito polêmicas, que, no entanto, nunca sombrearam o talento artístico. 

O ator foi sagrado Sir pela rainha Elizabeth II em 2000, por suas contribuições ao Império Britânico - embora Connery também tenha se dedicado à causa pela Independência da Escócia. 

2020 nos traz mais esse silêncio. Que ano sem sorte. 

"Existem lugares⠀
Eu me lembro de toda minha vida,⠀
Embora alguns tenham mudado,⠀
Alguns para sempre, não para melhor,⠀
Alguns se foram e alguns permanecem.⠀
Todos esses lugares tiveram seus momentos⠀
Com amantes e amigos, ainda me lembro.⠀
Alguns estão mortos e outros estão vivos.⠀
Na minha vida amei todos eles. 🌹"

(In my Life - canção dos Beatles declamada por Sean Connery, em 1998)